sábado, 22 de abril de 2017

Uma das poesias mais lindas que já ouvi:

Poxa, foi mal.

Errei.

Errei feio.

Desculpe...

Desculpe mesmo.

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E com que sinceridade.

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Eu não imaginava...

Que para ficar inteiro...

Teria que me fazer

Todo em pedaços.

Tanto assim.

Minuciosos pedaços...




Memórias de um subsolo.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Eu sei que há cuidado, meu amor
Mas, é que... Às vezes...

O descuidado é tão, mas tão grande.

Que mesmo com muito cuidado
Parece que não há outra alternativa
Que não há uma saída...

A não ser...

Sentir dor.



E agora?

terça-feira, 11 de abril de 2017

Peixes, Aquário, Leão, Sagitário, Câncer, Virgem, o caralho a quatro...

Pode todos os astros estarem alinhados, ou desalinhados...

Pouco me importa.

O que eu quero mesmo...


É autenticidade.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Exilado...

Estrangeiro...

Ilhado.


Uma porção de essência...

Cercada por um mar de verdades absolutas por todos os lados.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

A morte é a certeza da perda
E, quando essa certeza
Sentimos na pele
O tempo que perdemos.

Eu não estou falando da morte física
Eu não estou falando da morte
Eu não estou falando
Eu não estou
Eu não

Eu


Nunca sei
Nunca se sabe...

Se há vida após à morte.


Se queres dar flores...

Que seja antes da pessoa morrer.




Causa mortis:


 você.

terça-feira, 21 de março de 2017

E essa lua
E esse mar
E essa solidão.

Praia deserta
Coração deserto
E essa imensidão.

De repente
Do nada
Um gozo
E eu aqui.

Nada demais...

Não fosse essa minha sensibilidade tão demais.

Como o precioso escutar dos morcegos, dos golfinhos...


Não sei se nasci
Ou se fui abortado
Ou se eu que estou abortando.


Eu e o Universo, quanto amor
Arreganho minha alma, minha lama, minha calma...

Sem nenhum pudor.

Eu e a humanidade
Amo tanto quanto
Mas quanto não sei mais jogar
Nem com os outros
Nem comigo mesmo

E eu sinto...
Sinto tanto que chego a sentir que não há maldade, em vários casos.

Mas dói, dói, dói...

Pra caralho.


Um gozo
Uma noite de prazer
E essa dor aqui.

Agora
Eu e esse amor nas mãos
Sem saber o que fazer

Se continuo só
Ou se só continuo

Fingindo?

Quantas máscaras
As mesmas que são retiradas
Nos dias de carnaval.

E eu
Tão eu
Já não me interessa carnavais.

Sou intenso.
Eu o ano inteiro.
Não preciso de datas
Motivos
De nada...

Minhas vontades ficam à vontade comigo.

Por isso...
Enquanto muitos pulavam, sorriam, namoravam, nos blocos de carnavais

Eu fumava um cigarro
Lia um livro
Tocava meu violão
Sozinho em meu quarto.





Não sei lidar muito bem...


Com máscaras e fantasias.

sábado, 18 de março de 2017

quinta-feira, 16 de março de 2017

Já que não cabes aqui
Eu também não

Já que não cabes em ti
Eu também não

Arranjei um lugar para ti:

Meu coração.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017