sexta-feira, 15 de junho de 2018

Ei, psiu, pseudos...

Suas palavras e suas performances...



Não me alcançarão.

Divirtam-se com os outros que,
de tão carentes...

Aplaudem-o de pé...
Rastejam-se aos seus pés
Para depois...

Rastejarem-se no chão, desiludidos...

Reclamando que ninguém presta.



E eu aqui, só observando...


Escrevendo meus versos
Lendo meus livros
Tocando meu violão.



Esse amor perfeito.




Eu, inteiro...



E a minha solidão.

quinta-feira, 17 de maio de 2018

A necessidade está na falta de.

(?)

A água...

Não tem cheiro
Nem gosto
Nem cor.

Mas fique um dia de ressaca...
E sentirás o seu mais delicioso, divino, maravilhoso...



Sabor.


Como dizia minha avó:
O tempero é a fome.


E eu...

Tenho sede...



De alma.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Existem aqueles que concordam
Aqueles que discordam
E aqueles que discordam
Só para esconder-se...
O si mesmo...
Uma vontade danada, se coçando, de concordar...
Sem perceber
Que, de tão grande...
Discorda bravamente.
E brada ao outro, aos outros, venha quem vier pela frente
E não importa o argumento do outro...
É inútil.
.
.
Sem saber, pobre coitado...
Que é contra ele mesmo...
.
.
.
Que ele está bradando.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Eu posso até estar sendo um tolo, um imbecil, um idiota...

Mas o que aconteceu...

É muito para a cabeça...

Justamente...

De um tolo, imbecil, idiota...

Como eu.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Chorar sobre o leite derramado...
Adianta sim.

Aliás...

Deve-se.

Sim, para aprender, avaliar, evoluir, qual a falta de cuidado, se realmente houve cuidado...

Sentir as dores do que não era pra ser...... E foi.




O que não pode é chorar...


Com esperança de que o leite volta para caixa.

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Não que eu esteja com raiva
Ou seja contra, meu amor
Eu só senti que poderia ser diferente
Para ser melhor
Não para mim
Mas sim...

Para nós dois.

Desfaçamos os nós
E façamos o nós.

Não faço questão da razão...


Só quero que dê certo.


E quando não há nada que você possa fazer
Não dá nada

O que importa
Venha a tempestade de que lado for
É não naufragarmos...

por motivo de agonia.

Se preciso for
E até onde eu aguentar
Sem me afogar...

Farei o que preciso for.

Doarei-me, sempre, mais um pouco
Com ou sem dor.


Desfaçamos, com calma, desarmemos, as almas, as correntes.


Se a corda tiver de ser cortada,
que se corte, que se rompa, que arrebente...

Mas sozinha.


Queira Deus
Que não seja
Nenhum de nós
Que venha ...






A cortá-la.