sábado, 29 de novembro de 2014

Quando entregamos o coração
Vai a temperatura dele
Com direito a bruscas oscilações
E volta a sensibilidade do outro

Representada...

Pelas suas mãos

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Não sei qual é o meu caminho
Não sei para onde estou indo
Não há mais estradas
Muito menos, placas...


Melhor assim


Se não há placas
Não há regras
Nem contramão


E se não há contramão...


O caminho é sempre para dentro de mim

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Todo esses versos
Foi só um vento que soprou
Um dia
Em minha alma

Nenhuma verdade está dita...
Nada sei

Tudo que sei
É que, cada vez mais
Sinto o sopro
Da eternidade

Sinto o arrepio
Do mistério


Posso estar sim, sempre, equivocado
Que esteja
Desde que
Todo meu equívoco
Leve-me para a leveza da minha alma


Todas essas palavras...
São só rascunhos
De quem nesse planeta caiu
Que demais sentiu...

E nada mais


Não tenho respostas

Apenas a alma exposta


E, só assim, consigo o que quero:


Não querer mais
Sei que não és o único motivo da minha inspiração...
Não és dona dela

Mas, com você por perto...

Ela fica bem mais safadinha

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Queres liberdade, meu amor?
Estou aqui com um par de asas, sobrando, nas mãos...


Só esperando você chegar
Tantos pseudos-tudo
Tudo por vaidade
O orgulho que não se percebe
Essa roupa invisível...


A burca da alma

terça-feira, 18 de novembro de 2014

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Sou aventureiro, radical, mas de um tipo diferente:

Gosto de escalar abismos, os mais altos possíveis...

Mas, os abismos da alma

sábado, 1 de novembro de 2014

Por mais que os meios sejam diferentes
O ser humano e suas variadas formas
O resultado é sempre o mesmo: EU

E eu, diante da complexidade implícita desses cálculos infinitos
Minha conta nunca bate com a de ninguém...


Sempre encontro o resultado NÓS